 |
 |
 |
| |



|
BRASIL, Mulher, Arte e cultura, Política, Eventos GLBTT
|
|
 |







|
|
|
|

Viva a Diversidade
Associação decide tema da Parada de SP de 2009
A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) decidiu depois de duas reuniões o tema da próxima Parada paulistana: "Sem homofobia, mais cidadania". O objetivo é reforçar a luta dos homossexuais pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 122/06, que criminaliza a homofobia e tramita atualmente aguarda votação no Senado Federal.
Realizada em junho de 2009, a Parada terá como subtema a frase “Pela isonomia dos direitos”. Isonomia é, simplificando, o tratamento igual. No caso, o movimento militante pede para que os direitos sejam oferecidos para todos da mesma maneira.
Escrito por V.Diversidade às 07:47 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
MT: Deputado pede que Assembléia vote projetos pró-gays 21/11/2008 Por Redação
O deputado estadual Alexandre César (foto), líder do PT na Assembléia Legislativa do Mato Grosso, está requerendo que todos os projetos que visam a comunidade LGBT sejam votados o mais rápido possível. Segundo o deputado, assuntos e projetos com objetivo de deixar a sociedade mais tolerante quanto à diversidade sexual, geralmente são vetados ou simplesmente ignorados.
César pretende trazer à tona o projeto de lei nº 117/08, que permitiria punir empresas e pessoas que discriminam com base na orientação sexual. O projeto está para ser votado desde 24 de abril deste ano, porém nunca entra em pauta.
Outro projeto que está estagnado na Assembléia é o da lei nº 760/07, que institui o 17 de maio como Dia Contra a Homofobia no estado de Mato Grosso. Alexandre César acredita que houve extravio neste caso.
Escrito por V.Diversidade às 07:47 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
OLÁ PESSOAL..... ATÉ QUE ENFIM ENTROU O SITE DO VIVA A DIVERSIDADE.
ACESSE: WWW.VIVADIVERSIDADE.COM.BR DÊ SUA OPINIÃO PARA QUE POSSAMOS MELHORAR NOSSA DIVULGAÇÃO E SER UM CANAL DE INFORMAÇÃO DA POPULAÇÃO LGBT DE DIADEMA
Escrito por V.Diversidade às 07:46 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Modelo Isabeli Fontana revela não querer filhos gays
|
|
| |
A top model curitibana Isabeli Fontana, 24, revelou ontem a noite durante o programa da Hebe, agora exibido às 20h, que não gostaria de ter um filho gay. A discussão sobre a homossexualidade entrou em pauta no programa por conta da presença do ator Lugui Palhares, que interpretou o Carlão, parceiro de Bernardinho (Thiago Mendonça, na novela "Duas Caras").
Ainda durante o programa, Hebe Camargo perguntou a Palhares se era gay, ator disse que não e apontou para a sua mulher. Mas, fez questão de dizer que se tivesse um filho gay, "teria que amá-lo do mesmo jeito e compreendê-lo".
Constrangida, a modelo Isabeli Fontana tentou consertar a sua fala dizendo que conhecia vários gays e que os adora. E, depois de escutar a declaração do ator sobre a questão de ter um filho gay, ela concordou com ele e disse que também tentaria compreender o filho caso ele fosse gay. A moça é mãe de dois filhos homens: Zion, 5, e Lucas, 1.
| | |
Escrito por V.Diversidade às 11:15 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ana Maria Braga defende direitos gays no Mais Você |
|
|
Por Hélio Filho


|
A Globo abriu na manhã desta sexta-feira, 27/6, um pequeno espaço no programa “Mais Você”, de Ana Maria Braga, para lembrar do Dia Mundial do Orgulho Gay, comemorado dia 28/6. A apresentadora aproveitou a presença do estilista e militante Carlos Tufvesson no game de moda “Me Garanto” para exibir uma reportagem sobre a data e fazer um pequeno panorama da situação atual dos direitos LGBTIs no Brasil.
O vídeo começava lembrando do episódio que originou o Dia do Orgulho, o Stonewall, ao som do hino “Over the Rainbown” e depois a trilha para “Please Don’t Stop the Music”, da Rihanna, para falar das Paradas e outras manifestações da causa. Depois da matéria, Ana Maria faz um pequeno bate-bola com o estilista, que mostrou seu conhecimento da causa e lembrou que os casais homossexuais são privados de 37 direitos civis previstos na Constituição.
Tufvesson falou ainda sobre o direito de deixar herança para o companheiro, o questionamento da validade de alguns testamentos sobre isso em tribunais brasileiros e o avanço na legislação argentina com relação aos direitos LGBTIs em comparação à do Brasil. A apresentadora se mostra totalmente friendly e dispara: “as pessoas têm o direito de fazerem o que quiserem com seus bens”. Confira o vídeo aqui.
Escrito por V.Diversidade às 11:07 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Ouro Preto, em Minas Gerais, promove sua primeira Parada Gay com 10 mil pessoas nas ruas
Orgulho foi uma palavra que passou de boca em boca dos moradores de Ouro Preto na tarde deste domingo, 29.
A cidade histórica mineira celebrou sua 1ª Parada GLBT, com o tema "Amor, Liberdade e Respeito à Igualdade Social e Racial", após sete meses de negociação, apoiada por Câmara de Vereadores, Prefeitura Municipal, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.
Aproximadamente dez mil pessoas compareceram às ruas, segundo a Polícia Militar.
O ato ocorreu dentro de uma programação maior, que ainda promoveu, de sexta a domingo, debates, exibição de filmes, palestras, shows e clubes itinerantes.
Um dos auges foi a participação da cantora Gretchen, que se apresentou na Praça Tiradentes na noite de sábado, 28/06.
Muitas famílias, crianças e héteros deram o ar da graça. A arquitetura histórica da antiga Vila Rica foi tomada pelas cores da diversidade, do orgulho e da luta por direitos iguais.
http://mixbrasil. uol.com.br
Parada do Orgulho GLTTB de Campinas reúne 40 mil pessoas em clima pacífico e de forte tom militante
O VI Mês da Diversidade Sexual de Campinas foi encerrado no domingo, 29, com a realização da VIII Parada do Orgulho GLTTB, que teve como tema “Homofobia mata – você também é vítima da violência”.
Com um forte discurso de prevenção às DSTs e combate à homofobia, seis trios elétricos desfilaram pelas ruas da cidade animando o público de cerca de 40 mil pessoas, segundo a Polícia Militar (85 mil de acordo com a organização).
A caminhada ganhou neste ano mais 500 metros em seu trajeto e começou às 15h, partindo do Largo do Pará, e terminou com uma maratona de shows de Drag Queens.
Luciano Lupo, Mister Gay Brasil e garoto-propaganda da campanha de prevenção do Centro, “Vista-se”, também marcou presença no trio com seu sorriso aberto e simpatia. A caminhada foi um verdadeiro teste de popularidade para ele, que disse nunca ter tirado tantas fotos em um só dia.
De modo geral, o evento foi considerado pela polícia e pela equipe de atendimento ambulatorial como tranqüilo, sem ocorrências graves.
22 mil pessoas na Parada de Brasíla. Ex-sargento Gay brilha
A 11a. edição da mais politizada Parada Gay brasileira, a de Brasília, reuniu neste domingo, 29, cerca de 22 mil pessoas, segundo a PM - organizadores estimaram em 35 mil.
Neste ano, o evento girou em torno do caso dos sargentos Homossexuais. Um deles, Fernando Alcântara, agora desligado do Exército, esteve na Parada, mas sem suas vestes militares.
Muitos militantes presentes desfilaram com roupas camufladas, como forma de protestar contra o Exército brasileiro, que tem seu comando federal na cidade.
Fernando Alcântara desfilou no primeiro carro de som da parada. "Está sendo muito difícil pra mim porque meu companheiro ainda está preso. A homofobia já era para ter saído do Brasil", disse ele em discurso na abertura do evento.
Fortaleza: 500 mil pessoas na 9ª Parada da capital cearense
Cerca de 500 mil pessoas participaram da nona edição da Parada do Orgulho GLBT de Fortaleza, capital do Ceará, neste domingo, 29.
É terceira maior Parada do Brasil, atrás apenas das de São Paulo e Rio de Janeiro. Com o slogan "Homofobia Mata", a animação do povo ficou a cargo de 13 trios elétricos, que desfilaram na avenida Beira Mar.
Fortaleza possui em sua Lei Orgânica um dia reservado para a Consciência Homossexual, em 28 de junho.
http://mixbrasil. uol.com.br
Curitiba reúne 10 mil pessoas em sua terceira Parada da Diversidade
Segundo número divulgado pela PM, a terceira edição da Parada da Diversidade de Curitiba, neste domingo, 29, reuniu 10 mil pessoas sob o tema "Viva, ame e seja – Homofobia não combina com democracia".
A organização do evento cita números bem superiores a esse. Segundo a APAAD, 150 mil pessoas estiveram na Parada.
A concentração começou às 13h, no Largo da Ordem, região central da capital paranaense.
Os manifestantes seguiram pela Avenida Cândido de Abreu até a Praça Nossa Senhora Salete.
A Parada só terminou às 22h, com shows de drags e artistas locais em um palco montado em frente ao Palácio Iguaçu.
Escrito por V.Diversidade às 11:05 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
CFP lança livro sobre adoção na Conferência Nacional GLBT
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) e sua Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH), irão lançar o livro sobre adoção por gays e lésbicas, no dia 6 de junho, às 20h, durante a Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT). A cartilha é resultado de uma parceria com o movimento GLBT e foi elaborada por psicólogos de diversas linhas teóricas, com reconhecida produção sobre o tema. A Conferência acontecerá em Brasília, no período de 5 a 8 de junho, no Centro de Eventos Brasil 21.
De acordo com a coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do CFP, Ana Luiza Castro, a cartilha tem como objetivo auxiliar na concretização de direitos já obtidos por meio da Constituição Federal Brasileira. "Queremos colaborar e contribuir com essa discussão e com a legitimação desses direitos para todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual, incluindo a possibilidade de adoção por gays e lésbicas", afirmou Ana Luiza.
O presidente do Conselho Federal de Psicologia CFP, Humberto Verona, estará presente no lançamento. "A cartilha mostra, por meio de seus artigos, que não existe fundamento teórico, científico ou psicológico condicionando a orientação sexual como fator determinante para o exercício da parentalidade", contou Humberto Verona. "Desejamos contribuir, com esse material, para que as conquistas dos direitos de gays e lésbicas não sejam somente garantias legais, mas direitos efetivamente vivenciados" completou o presidente.
Sobre a Conferência Nacional GLBT
Essa é a primeira Conferência com essa abordagem no mundo e terá como tema "Direitos Humanos e Políticas Públicas: O caminho para garantir a cidadania de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT)". O objetivo do encontro é propor políticas públicas e a elaboração do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de GLBT, assim como avaliar e propor estratégias para fortalecer o Brasil sem Homofobia - Programa de combate à violência e à discriminação contra GLBT e de promoção da cidadania homossexual.
Para maiores informações: Assessoria de Comunicação Social Conselho Federal de Psicologia + 55 61-21090107 + 55 61-81247393 - Caroline Coelho + 55 61-9155-2285 - Jorge de Castro Email: ascom@pol.org.br Portal eletrônico: www.pol.org.br
Escrito por V.Diversidade às 11:04 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Olá! Esse video foi feito na I Conferencia Nacional GLBTTTT e divido com vcs..... http://video.google.com/videoplay?docid=-7379063015842645906&hl=en
Escrito por V.Diversidade às 11:01 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Conheçam a Carta de Brasília, criada após a I Conferência Nacional LGBT |
|
Os(as) delegados(as) da Conferência Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais aprovaram, na madrugada do dia 9, a Carta de Brasília. A Carta expressa a esperança de um futuro sem preconceito e discriminação.
Carta de Brasília
Nós delegadas e delegados, participantes da Conferencia Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), reunidos em Brasília, entre os dias 5 e 8 de junho de 2008, com o intuito de avaliar e propor estratégias de promoção da cidadania e de combate à violência e a discriminação contra a população LGBT, manifestamos nossa esperança e confiança de conquistarmos um Brasil e um mundo sem nenhum tipo de preconceito e segregação;
Consideramos que o processo de mobilização social e a consolidação de políticas públicas em todas as esferas do Estado são fatores determinantes para a construção de uma sociedade plenamente democrática, justa, libertária e inclusiva;
Para tanto, assumimos o compromisso de nos empenharmos cada vez mais na luta pela erradicação da homofobia, transfobia, lesbofobia, machismo e racismo do cotidiano de nossas instituições e sociedade, e por um Estado laico de fato;
A humanidade conhece os horrores causados pelas diferentes formas e manifestações de intolerância, preconceito e discriminações praticadas contra idosos, crianças, pessoas com deficiência, bem como por motivações de gênero, raça, etnia, religião, orientação sexual e identidade de gênero;
Contra o segmento LGBT tem recaído, durante séculos, uma das maiores cargas de preconceito e discriminações. Na idade média foram queimados em fogueiras. Durante o reino da barbárie nazista foram marcados com o triangulo rosa e assassinados em campos de concentração e fornos crematórios, juntamente com Judeus, Ciganos e Testemunhas de Jeová. Também nos países ditos do "socialismo real", lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram vitimas de discriminações, preconceito, e condenações, o que mostra que a intolerância e a discriminação extrapolam as barreiras ideológicas e os regimes políticos;
Assim, como os preconceitos foram gerados e alimentados por determinadas condições históricas, é chegado o momento de introduzir no âmago dos valores essenciais da sociedade: a consciência, o respeito e o reconhecimento da dignidade da pessoa humana, em sua absoluta integridade, em superação a comportamentos, atitudes e ações impeditivas ao avanço de conquistas civilizatórias, as quais dedicamos nossos melhores esforços;
No mundo de hoje ainda existem países onde uma pessoa pode ser presa, condenada e morta por sua orientação sexual e identidade de gênero. A ONU reconhece a condição de refugiado político às pessoas que estejam ameaçadas em sua segurança ou integridade em virtude de sua raça, religião, nacionalidade, opinião política ou identificação a certos grupos sociais – onde se incide a orientação sexual e a identidade de gênero, quando expostas a situações de ameaça, discriminação ou violência – circunstâncias características de grave violação de direitos humanos;
Cumpre ao Poder Público (Executivo, Legislativo e Judiciário), o dever do diálogo, entre seus órgãos, e com a sociedade civil, com vistas à convalidação de direitos e à promoção da cidadania LGBT; seja pela ampliação, transversalidade e capilaridade de políticas públicas; pelo aprimoramento legislativo e pelo avanço jurisprudencial que reconheça, no ordenamento constitucional, a legitimidade de direitos e garantias legais reivindicadas pelo público LGBT em suas especificidades;
Nem menos, nem mais: direitos iguais!
É oportuno que o governo brasileiro busque apoio na comunidade internacional para a retomada, junto ao conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), das discussões para a aprovação de uma nova resolução dedicada aos Direitos Humanos e a Orientação Sexual e Identidade de Gênero, a exemplo da Resolução já aprovada na OEA, também apresentada pelo Brasil.
A prática afetivo-sexual consentida entre pessoas do mesmo sexo integra os direitos fundamentais à privacidade e à liberdade. Por isso, o avanço da cidadania LGBT requer o reconhecimento das relações homoafetivas como geradora de direitos, sem discriminação quanto àqueles observados nos vínculos heterossexuais;
Repudiamos toda e qualquer associação entre a promoção de direitos da população LGBT com a criminosa prática da pedofilia e da violência sexual presente na sociedade brasileira, que devem ser tratadas, rigorosamente na forma de lei;
Consideramos que a luta pelo direito à livre orientação sexual e identidade de gênero constitui legítima reivindicação para o avanço dos direitos humanos em nossa sociedade e para o aprimoramento do Estado Democrático de Direito;
Para tanto, solicitamos urgência na criação do Plano Nacional de Direitos Humanos e Cidadania LGBT; o cumprimento dos objetivos do Programa Brasil sem Homofobia e a aprovação dos projetos de lei que criminaliza a homofobia; que reconhece a união civil de pessoas do mesmo sexo e que autoriza a mudança do nome civil das travestis e transexuais pelo seu nome social;
Por isso, nós, participantes da Conferência Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais reivindicamos ao Poder Público (nos três níveis) que se aprofunde esforços, reflexões e ações em prol da consolidação de direitos de toda a comunidade LGBT, a fim de que as futuras gerações possam viver num mundo onde toda modalidade de preconceito e discriminação, motivadas por questões raciais, religiosas, políticas e de orientação sexual e identidade de gênero, estejam definitivamente suprimida do convívio humano.
Brasília 08 de junho de 2008 |
Escrito por V.Diversidade às 12:26 AM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Mercado gay ganha destaque em matéria do Jornal da Gazeta. Assista versão online
Por Redação
Foto: Frame do vídeo

 Fernanda Azevedo comanda a reportagem sobre mercado e comportamento gay na Gazeta |
Na última segunda-feira, 16, foi ao ar no Jornal da Gazeta matéria comandada pela jornalista Fernanda Azevedo sobre mercado e comportamento gay. A reportagem destacou as novas publicações para este público, em especial à revista JUNIOR.
Também falou sobre os avanços na Justiça, Parada Gay e sobre a recente pesquisa sueca que indica que a amídala de homossexuais masculinos reagem a certos estimulos de forma parecida com a de mulheres heterossexuais; enquanto a de lésbicas reagem próximas a de homens heteros.
A reportagem ganhou versão online na íntegra, que pode ser assistida AQUI
Escrito por V.Diversidade às 12:18 AM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Vídeos no YouTube do debate na TV Cultura/SP, em 12/06
Postei no YouTube o vídeo que gravei da TV Cultura de SP, com o debate que contou com a participação do Prof. Luiz Mott, do José Guerra da SEDH, o psicólogo Claudio Picazio e a psicanalista Anna Verônica Mautner. Aconteceu em 12/06 e aqui foi dividido em seis partes de aproximadamente 10 minutos cada.
http://www.youtube.com/watch?v=mw_lJFkUxSI - Parte 1 de 6 http://www.youtube.com/watch?v=OHzeZHlfhNo - Parte 2 de 6 http://www.youtube.com/watch?v=QdknxibcLWg - Parte 3 de 6 http://www.youtube.com/watch?v=cp-Vt_5BcnE - Parte 4 de 6 http://www.youtube.com/watch?v=roYH6jeoaAU - Parte 5 de 6 http://www.youtube.com/watch?v=GJTDT27Ek5o - Parte 6 de 6
Espero que gostem!
E divulguem...
Escrito por V.Diversidade às 07:46 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Mudança de sigla de GLBT para LGBT divide comunidade gay
Alguns acham que lésbicas terão mais visibilidade; outros dizem que isso é bobagem. Comunidade critica proibição de doação de sangue entre o grupo LGBT.
Cláudia Loureiro Do G1, Globo
A mudança da sigla GLBT para LGBT, aprovada em congresso nacional de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, realizado em Brasília, vem dividindo opiniões dentro da própria comunidade. Há quem defenda o uso do "L", em referência às lésbicas, no início da sigla, o que daria mais visibilidade às reivindicações das mulheres. Para outros, a mudança principal tem que ser na atitude e não na nomenclatura. Há também quem afirme que o "L" atende à reivindicação de feministas, e nada tem a ver com gays e lésbicas.
'Sopa de letrinhas'
Com pensamentos próprios, a web designer e criadora do site www.uvanavulva.com.br, Maria Lúcia Filgueiras, de 52 anos, diz que sequer sabia da mudança. "Acho isso uma bobagem. Esse L na frente atende mais a interesses feministas do que propriamente das lésbicas. A gente luta não por igualdade, a gente luta por uma coisa chamada eqüidade, uma coisa muito mais abrangente. Por que mudar? As pessoas já estão acostumadas com a sopa de letrinhas nessa ordem."
Segundo ela, a confusão é feita dentro da própria comunidade. "Ninguém se entende. Cada um usa uma seqüência de letras, basta procurar nos sites."
Assumida desde os 17 anos, para Maria Lúcia o ideal seria que a sigla fosse GLBTTI e abrangesse todos os grupos. "Para ser realmente inclusivo tinha que ser gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros e intersexos, que seriam os andróginos."
Aos 53 anos, Miriam Martinho, editora-chefe do site www.umoutroolhar.com.br, voltado para o público lésbico, diz que não é contra a nova sigla, mas não vê grande importância nisso.
"Eu acho que a mudança dos termos não altera o produto. Houve uma época que quisemos inserir a palavra lésbica no contexto dos nomes. De fato se falava só em homossexual. Agora que todas as siglas estão representadas, o importante mesmo é ter uma maior mobilização dentro do movimento das próprias lésbicas. Elas têm que ser mais sistemáticas, mais protagonistas. A simples mudança do L não faz grande diferença."
Míriam explica que, internacionalmente, a sigla LGTB é já usada, e teria sido adotada para dar uma maior visibilidade dentro do movimento lésbico. "É mais uma convenção porque no resto do mundo já é assim. Diria até que é uma delicadeza, mas, na prática, não vai transformar mundos e fundos. Tem outras questões tão mais importantes do que isso."
'Discutir letra é discutir perfumaria', diz secretário
O secretário municipal de Assistência Social da prefeitura do Rio e militante gay, Marcelo Garcia, acredita que a mudança é uma coisa natural, mas o debate totalmente desnecessário.
"Acho o debate sobre a mudança da sigla uma bobagem. Temos que lutar por direitos. O que muda a luta se muda a sigla? Nada. Gastar tempo nesse debate é perder o foco da luta. A mim, como gay, não altera nada ter o L na frente. Discutir letra é discutir perfumaria."
Com pensamento oposto, outro militante, Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, que pertence à Secretaria estadual de Ação Social e Direitos Humanos, diz que a mudança é uma antiga demanda das lésbicas, finalmente atendida.
"Não é só uma mudança estética. Tem um caráter político importante que é considerar a questão de desigualdade de gênero dentro do movimento LGBT, já que boa parte da visibilidade social e política ainda recai sobre os gays. É importante, sim. Primeiro porque sempre foi uma reivindicação das lésbicas e segundo porque não houve desacordo entre os outros grupos."
Também defensor da nova nomenclatura, o coordenador político do Grupo Arco-Íris acredita que gays e travestis sempre tiveram mais visibilidade do que as lésbicas.
"Sempre houve projetos focados para esses segmentos. É preciso combater o machismo e o patriarcado. É preciso construir um modelo de maior igualdade. A reivindicação é antiga e a gente sabe que ter o L na frente é um exercício necessário, que deve ser feito para transformar essa realidade."
Comunidade recrimina proibição de doação de sangue
Se a mudança da sigla divide opiniões, a proibição de doação de sangue pelos LGBT regulamentada por uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é considerada absurda na comunidade.
"Isso é uma discriminação horrorosa. Isso demonstra toda a mentalidade da coisa, demonstra que todo gay a princípio já é considerado devasso. Não tem nada a ver. Você vê o índice de crescimento da Aids dentro dos heterossexuais, principalmente entre as mulheres. O cuidado deve ser tomado em relação a todos. Já deixamos de ser grupo de risco há muito tempo", defende Maria Lúcia.
Júlio, do grupo Arco-Íris, é da mesma opinião. "O risco existe em qualquer orientação sexual. A gente não pode colocar um determinado segmento como suscetível de ter um sangue de qualidade inferior. Defendemos a melhoria do serviço de testagem do sangue. Qualquer sangue tem que ser testado."
A editora Míriam Martinho fala que a questão é delicada. "Os gays em geral reclamam que é discriminação porque um heterossexual também pode ser promíscuo. É um argumento bastante considerável. O simples fato de ser homossexual não quer dizer que a pessoa está contaminada."
Cláudio Nascimento afirma que a proibição é um grande equívoco técnico e político e que só faz ampliar o estigma contra a comunidade LGBT. "Parte-se da idéia de que vivemos num Brasil uma situação de grupo de risco, como foi na década de 80. O que cada vez mais vem sendo discutido no Brasil e no mundo é o conceito do comportamento de risco, que não é específico dos homossexuais. Se encaixa a qualquer pessoa que não use camisinha, não só os homossexuais."
Para ele, há discriminação. "Na hora que vai doar, quem não fala que não é LGBT passa. Se disser que é LGBT eles proíbem. Um critério totalmente subjetivo numa matéria que tem que ser objetivo e pragmático", completa.
Já Marcelo Garcia diz que não há uma justificativa plausível dos órgãos de saúde para a proibição. "É um absurdo histórico e preconceituoso. Independentemente de ser gay ou não, o meu sangue tem que ser testado. Não tenho Aids, nunca tive hepatite e poderia ser doador", defende.
Escrito por V.Diversidade às 07:44 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Conferência decide que GLBT já era. Agora é LGBT |
|
|
Por Redação
Em clima beligerante, o plenário da 1a Conferência GLBT decidiu na manhã de sábado que a partir desta data passa a haver uma inversão de letras e o termo que designa a comunidade passa a ser LGBT.
A questão não estava fechada sequer entre as lésbicas. Travestis reinvidicavam que, se adotado o critério de exclusão, o T deveria encabeçar a sigla. Venceu a justificativa de que internacionalmente o L vem na frente.
A votação durou mais de uma hora e teve resultado final de 190 a 160.
Escrito por V.Diversidade às 05:13 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Militantes plantam 72 cruzes em frente ao Congresso Nacional |
|
|
Por André Fischer
A marcha (ou abraço) em torno do Congresso Nacional prevista para acontecer na tarde desta sexta-feira, 6, na 1a. Conferência GLBT, acabou se transformando em um ato simbólico para relembrar as vítimas da homofobia no Brasil. Por ter acontecido na hora do almoço, o quórum foi prejudicado.
Foram plantadas 72 cruzes representando os 72 homossexuais assassinados (metade gays, metade travestis) em 2008, cujas mortes foram noticiadas pela mídia. Oswaldo Braga do MGM ( foto), Jandira Queiroz do Coturno de Vênus (DF) e o professor Luis Mott discursaram.
:: Presidente Lula comparece à abertura da 1a. Conferência Nacional GLBT e levanda a bandeira gay
Escrito por V.Diversidade às 05:12 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Presidente Lula comparece à abertura da 1a. Conferência Nacional GLBT e levanda a bandeira gay


|
:: Assita ao discurso do presidente Lula em vídeo e o minuto a minuto da abertura do evento
Momento histórico para o movimento glbt brasileiro. Pela primeira vez um presidente da república abre uma conferência deste teor, e levanta, literalmente, a bandeira do arco-íris.
Na abertura do evento, Lula – acompanhado de vários ministros de estado e da primeira-dama – surpreendeu ao manifestar inequívoco apoio à causa e ao dar abertas manifestações de simpatia a gays, lésbicas e travestis. É a primeira vez que Lula fala abertamente sobre otema
A 1ª Conferência GLBT, encontro que faz parte das comemorações dos 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos e que pretende dar as diretrizes da luta por direitos civis glbt no Brasil. Ela é tida como a primeira no gênero convocada por um chefe de estado, foi organizada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos e conta com a presença de observadores de 14 países. Ela foi convocada por decreto presidencial no final do ano passado e desde então vem-se especulando sobre a presença de Lula. E ele foi!
Do Brasil vieram 600 delegados, a maioria escolhidos em conferências estaduais que aconteceram durante o ano. O convite pedia como traje passeio completo. Boa parte entendeu como terno e gravata, muitos como traje afro. As drags e travestis aproveitaram para arrasar nos longos. Algumas foram de jeans e camisetas engajadas. O evento acontece no Brasil 21, centro de convenções do complexo Meliá em sala com 800 lugares, no setor hoteleiro sul em Brasília. A abertura, marcada para às 19h, teve um atraso de hora e meia e superlotação. Mas valeu.
Quem iniciou os trabalhos foi o Secretario de Direitos Humanos Paulo Vanucchi com um longo discurso que deixou clara sua intenção de dar credibilidade à questão glbt. Ele relembrou o holocausto, a luta do atual governo contra a fome, citou homossexuais famosos de Sócrates a Oscar Wilde e igualou a causa glbt à luta a dos negros. Ao dizer que “A homofobia é incompatível com a democracia” foi longamente aplaudido de pé. Terminou seu discurso dando três recomendações ao movimento gay presente: Não se perder em disputas internas, entender que os adversários são pessoas presas a tabus usando mais estratégias de convencimento do que de enfrentamento e entender que a luta glbt se entende como parte de outras lutas de direitos humanos como a de crianças, deficientes, negros e idosos.
Depois veio o sucinto discurso da líder da Rede AfroGLBT , Nega Cris.A presidente da Antra Fernanda Benevutti foi saudada por gritos, principalmente de travestis. Emocionada ele declarou que a conferência “é fruto do sangue derramado por muitos companheiros e companheiras”. Durante sua fala um grupo levantou um enorme cartaz com fotos de travestis assassinadas.
O presidente da ABGLT Toni Reis começo dizendo a Dona Marisa que ao se assumir aos 14 anos para sua mãe, ela lhe disse que ele era doente. Hoje apóia totalmente o casamento com seu companheiro David. “Minha mãe mudou, o Brasil pode mudar”. Aplausos e gritos fervorosos. Ele cobrou do presidente metas, prazos e dotação orçamentária para a questão glbt. “Lula, sem dinheiro não se faz política”. O presidente riu bastante, concordando.
Toni ainda fez o que chamou de “um grande pedido”: a aprovação de um estatuto glbt, nos moldes do estatuto da criança e do adolescente, e a aprovação da criminalização da homofobia. Propôs então um slogan para o evento: “Nem menos nem mais, Direitos Iguais”, grito de guerra repetido várias vezes pelo plenário. No final, deu uma bandeira de arco-íris a Lula e bonés de arco-íris para o casal presidencial. Eles usaram e se deixaram fotografar fartamente.
Durante todo tempo Dona Marisa e Lula riram muito e aplaudiram os discursos.
Na seqüência foi a vez do Ministro da Saúde José Gomes Temporão que creditou ao ativismo do movimento glbt a possibilidade de associar a luta contra a epidemia da aids com a defesa dos direitos humanos. E anunciou que até o final do mês o SUS passará a fazer operações de mudança de sexo.
Chegou então a vez de Lula falar. Com sua linguagem franca se dirigiu aos presentes de maneira bastante informal. Disse que era uma metamorfose ambulante, pois sua maneira de pensar evoluía e conclamou as pessoas a se despojarem de seus preconceitos. Afirmou que entende os homossexuais porque ele também já foi vítima de preconceito. Lembrou que essa noite é uma noite histórica porque pela primeira vez um chefe de estado participava de uma conferência e que é preciso muita coragem para abarcar uma causa tão polêmica quanto a de gays, lésbicas e transexuais.
Revelou também que já esteve com muitos líderes que não assumem sua condição homossexual e que eles não teriam coragem de defender direitos gays. Deslizou em alguns termos como “opção sexual” e “homossexualismo” e foi corrigido por gritos vindos do fundão.
Disse lamentar a presença de tão poucos deputados e terminou garantindo que fará o possível para que a criminalização da homofobia e união civil sejam aprovados. Mas deixou claro que “temos que ser honestos e o que não puder ser feito o governo vai dizer o que dá e o que não dá”.
Paulo Vanucchi trouxe uma menina de 4 anos para o colo do presidente e no microfone ele gritou “Brasil Sem Homofobia”várias vezes. O público repetiu, cantou o hino nacional e “ole olé ola, lula lula”. Militantes aos prantos por todas as partes, começou o coquetel. Depois de tanta inspiração, às 8 começa a conferência pra valer.





Escrito por V.Diversidade às 07:32 AM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|